Oi, aqui é o Crítico Nostálgico e hoje estarei falando do Filme Piratas do Caribe 4: Navegando em Águas Misteriosas.
Eu acredito que você caro leitor deve ter assistido Piratas do Caribe 3, quando você saiu do cinema deve ter sentido aquele sentimento de desapontamento, "como uma série tão boa, foi pega pela maldição do acumulo de efeitos e perda de história" bem eu não senti isso em Piratas 4, eu senti apenas foi aperda de história, Todos os personagems perderam sua essencia básica e foram para a terra de diversão Jack Sparrow (ou seja todos os personagems tentam imitar Jack de algum jeito)
Mesmo o filme tendo ficado muito ruim, nem tudo é perdido, a direção ficou boa graças ao diretor de Chicago, a montagem e edição também ficarão muito boms. A cena inicial é a melhor do filme e realmente deixa a marca jeito Jack Sparrow de ser.
O novo casal da trama é muito sem sal e apenas adicionam mais tempo a duração, fora que o inglês "vomitado" pela francesa que faz a sereia é muito ruim.
Ou seja Piratas do Caribe 4 foi muito mal idealizado e novamente traz uma enchurrada de efeitos, não tão boms quanto os efeitos do 3, finalmente Jack Sparrow é a estrela e se você gosta dele vá ver o filme, se gosta só um pouco do perssonagem não recomendo o filme, já que este não tem nada muito bom.é isso odiei Piratas do Caribe 4.
E finalmente chegamos a mais de 1000 Visitas aqui no blog, finalmente, criado por uma simples brincadeira ey acabaei fazendo deste blog algo série e descontraido, mesmo as notas sendo altas, não ouçam o q eu digo é sério.
Mas obrigado por quem deu uma olhada no blog e se alguem quiser entrar para a equipe (de uma pessoa) entre em contato: marcelo.staffgames@hotmail.com
Obrigado.
Oi aqui é o Crítico Nostalgico e o filme de hoje é Eu sou o Número Quatro.
Trama: O Número 4 é um dos únicos sobreviventes da destruição de seu planeta natal, Lorien. Ele está sendo caçado pela raça alienígena rival, os Mogadore, e se refugia na Terra, onde tenta manter as aparências de um adolescente normal.
Cara pode se dizer que Eu sou o Número Quatro me impressionou, muito por que, eu pensava que o filme ia ser um Sci-Fi Acrepusculado (Ficção Cientifica + Crepusculo),mas no fim com a direção de D.J Caruso, aquele cara que dirigiu Paranóia com o Sam de Transformers, a ação perfeita nada mais do que se esperar de um filme produzido por Michael Bay (diretor de Transformers e Bad Boys).Sem contar o começo que pode se dizer a parte mais parada do filme, no fim eles não dão tempo da pessoa processar o quê ta acontecendo na tela, tipo a cada 1 minuto uma parede tenque cair, Lindo.
Outra vez quero parabenizar os efeitos especiais que estão muito bons para uma produção que custou pouco mais que 50 milhões, a sacada deles foi usar os efeitos poucas vezes com os caras, fora os poderes é claro, foi colocado uma linha entre digital e real, fora os personagens de Lorien nenhums outra pessoa de carne e osso tem qualquer grande sequência com super efeitos, aí entra os bichos alienigenas que pra quem quer ver como ele ficaram legais assista o filme.
Eu só tenho uma coisa a reclamar o enredo pareceu de primeira meio estupido, alienigena buscando refugio a terra com alguem caçando ele, essa história já foi contada por favor, mas o filme tenta deixá-la original com os personagems e os dialogos que são boms, apenas isso. E os Mogadore são de longe apior raça caçadora alienigena que eu já vi, perder tempo torturando um humano não ajuda quando sua caça ta fugindo o Mogadores, eles são estupidos dignos de vilões de Scooby- Doo, ponto negativo.
Ah e eu gostei do elenco, mesmo eles dando um ar bem colegial ao filme eles são boms também, o herói o Numero Quatro ou Jonh não importa como você chama ele, sua atuação vem melhorando desde Alex Rider Contra o Tempo ele consegue segurar o fardo de ser o herói principal, Diana Agron que vem direto do elenco de Glee tem uma atuação no minimo regular bem parecida com a cheerleader de Glee, os outros atores , principalmente a que faz Número 6, estão bgem surpreendentes , menos aquele garoto de vermelho ele ta atuando muito no automático ,aquele mesmo garoto que sofre, coitado.
Mas quem realmente merece aplausos é Timothy Olyphant que imterpreta Henri o "pai" do Número Quatro, o ator só vem melhorando desde que fez Pânico 2 e agora com essa atuação ficou melhor, mesmo seu personagem morrendo e tendo um papel não muito grande, ele ainda impresiona com seu estilo.
Nota:9.0
Foto do Livro que baseou o filme pra quem quiser comprar
Oi, aqui é o Crítico Nostalgico e hoje nós falaremos do filme Rio.
O protagonista é Blu (voz original de Jesse Eisenberg), uma ararinha azul macho capturada no Rio de Janeiro que vai direto do seu ninho para o frio de Minnesota, onde é adotada por Linda (Leslie Mann). A vida dos dois é autocentrada, com um tomando conta do outro para tudo, sem deixar espaços para a moça se envolver com outro ser humano, nem para a pequena ave sequer aprender a voar. Até a chegada de Tulio (Rodrigo Santoro), um estudioso amante das aves que viajou até os Estados Unidos atrás da última ararinha azul macho que se tem conhecimento. Sua missão é levar a ave de volta para o Brasil, para se acasalar com a fêmea Jade (Anne Hathaway) e assim perpetuar a espécie.
Rio por ser uma animação, não tem um grande aspecto na palavra "atuação", então não sobra muita coisa pra falar, mas as sobras são do que vivem as aves então vamos continuar. Eu gostaria de primeiramente elogiar a Blue Sky (empresa do filme) pelo belo trabalho visual que eles fizeram, não das aves, mas sim da cidade maravilhosa que ficou muito bonita, pricipalmente o Cristo e os efeitos de água que muitas vezes ficam muito digitais, mas as aves mesmo que a idéia original seja de deixá-las caricatas, não faz com que a animação fique atrás de A Lenda dos Guardiões que tem efeitos de animais muito bonitos.
Sua história que se enfoca um pouco mais no drama de superar algo que você não teve na vida (Blu não saber voar) ou algo que a pessoa não conseguiu (Linda não ter uma "vida"), mas todo o contexto de drama é passado pra traz com os personagems muito carismaticos e engraçados, mesmo que os roteiristas tenham feito Blu muito parecido com Mark Zuckemberg de A Rede Social (pela ironia do destino Jesse Eisemberg interpreta Blu e Mark) esse estilo dele é engraçado fazendo com que ele tenha medo de voar ou de tomas decisões sem fazer cada cálculo.
Eu tive a sorte de ver o filme legendado que é o jeito certo de se ver qualquer filme, e pela minha incrivel surpresa musicas e algumas falas estão em português do Brasil, mesmo os atores americanos terem forçado algumas palavras mas as musicas são originais e eu admito que ver uma versão em inglês de Garota de Ipanema é clássica.
Resumindo se não fosse por umas forçadas do esteriotipo o filme teria se saído melhor, mas direção, roteiro e etc... estão perfeitos. Pra animação se for divertido já ta bom pra mim.
Nota:9.2
Trailer:
Opa, pra juntar logo as críticas que eu não fiz, eu sou o Crítico Nostálgico.
A trama se passa dez anos depois do terceiro Pânico, com Sidney (Neve Campbell) retornando a Woodsboro para promover um livro de auto-ajuda.
Agora, os adolescentes de Woodsboro a chamam de Anjo da Morte. Eles já assistiram aos sete longas da franquia caça-níquel Stab (os filmes dentro dos filmes) e sabem que ao redor de Sidney todo mundo é esfaqueado em algum momento.
Pode se dizer que o elenco principal cheio de adolescentes (eles atuam muito bem eu adimito) é so mais sangue pra ser derramado, então qualquer crítica ao elenco pode ser pulado, mas eu goste deles.
Mas o quê realmente chama atenção são as cenas e as falas, quê são no minimo clássicas (pricipalmente seu começo que eu nunca vou esquecer) as fala dos dois estudantes de cinema são as melhores do filme e seu jeito de pensar, eles ditam as regras mas também falam que elas foram mudadas já que aquilo é uma refilmagem, ou seja virgems e gays também morrem, mas no final a fala desesperadora (já que ele vai morrer) de um dos personagems traz muitas risadas "Espere, eu sou gay! Se isso ajuda..."
Não basta apenas trazer o elenco principal, mas também é preciso trazer o espiríto do Ghostface para o novo filme, a voz original está lá e sua vontade de matar também, fora as apunhaladas ou facadas que ele dá no ombro das pessoas, é clichê mas é clássico.
Oi ressucitando das cinzas galera aqui é o Critico Nostálgico.
Hoje eu vim falar do filme Sucker Punch - Mundo Surreal, o filme que é dirigido pelo gênio
Zack Snyder, pra quem não sabe o cara dirigiu filmes como: Madrugada dos Mortos, 300 [This is Sparta!], Wathcman e a Lenda dos Guardiões. o dito cujo fez aqui um mistod e tudo que a cultura pop já viu, câmera lenta, aquele rastro na bala, efeitos especiais exagerados, Mulheres Semi-Nuas, o bom e o mau.Bem tudo isso já foi visto em Hollywood (ou em qualquer filme de Michael Bay) mas de algum jeito Zack fez com que a idéia de tudo aquilo fosse mudada para que não ficasse clichê e sim maneiro.
A trama é: Depois de ser internada em um hospício por seu padrasto, Babydoll cria um mundo de fantasia para se proteger. Ali, com a ajuda de suas amigas, precisa reunir cinco itens imaginários para escapar de seu destino real, a lobotomia
A história segue Babydoll (aquele docinho ali em cima) como vocês leram ela vai ser lobotomizada (procure no Google) e para fugir do hospicio que tá ela precisa reunir alguns items, ela se junta com, outras garotas que querem fugir pra poder pegar os itens. Na maioria das vezes não é ela que pega os itens e sim as outras moças, ela apenas ajuda fazendo uma dança que deixa qualquer pessoa hipnotizado [pra sua segurança a dança não é mostrada no filme] essa dança é a conexão dela com o mundo imáginario pra onde ela vai para conseguir os itens.
Quanto ao elenco de apoio posso dar apenas elogios, Carla Gugino mesmo com um papel pequeno está com uma atuação magnifica que lembra um pouco de sua personagem em Watchman. Vanessa Hudgens está muito superior a qualquer outro filme que ela fez na sua vida, eu disse QUALQUER filme Blondie é bem complexa (e sexy) e mesmo quase acabamdo com tudo no fim se mostra uma personagem interessante.
Ah a a parte técnica ia esquecendo dela, Som perfeito parece que tu ta no meio de uma guerra, Efeitos, pra um orçamento modesto de 75 milhões estão muito bons (principalmente o dragão e aquele robo ai em cima).Editação tá suave fazendo boas transiçõs do mundo real pro imaginario.
Nota:9.0
Obs:
A participação de John Hamm como o médico que vai lobotomizar Babydoll no filme é muito boa
Vocês acharam que eu havia morrido ou desistido ,né. Mas o seu amigo o Crítico não é páreo para clichês de filmes da Sessão da Tarde ,e eu vou voltar com tudo mesmo e em breve vocês verão .um Novo Jeito de Criticar ,novas Críticas ,novos filmes ,novo tudo (menos o layout que vai ser o mesmo).
Enquanto isso deem uma lida no meu novo blog o alugoideias.blogspot.com.